quarta-feira, 9 de junho de 2010

A MÁFIA MÉDICA E AS EMPRESAS FARMACÊUTICAS

Por Hermann Hoffman
Mesmo sendo evidente o descaso e inoperância dos sistemas de saúde em diversos países, uma grande parte da população mundial acredita que a saúde está garantida e em boas mãos. Aos que pensam assim, realmente desconhecem o valor comercial da Medicina nos países capitalistas, travestida em sua grande maioria por médicos supostamente comprometidos, subsidiada por uma quadrilha de branco financiada pelas mega farmacêuticas internacionais que determinam e programam o valor e tempo da vida de cada ser humano.
A geometria do assunto é fácil de entender. Os grandes laboratórios e cientistas que retém as mais avançadas tecnologias estão a serviço dos interesses capitalistas, eles manipulam genes, agregam valores a órgãos, modificam fórmulas de medicamentos e mercantilizam idéias. Não obstante, os meios de comunicações de massa usam essencialmente seu tempo irradiando para a população o medo e temor exagerado das doenças, essa é a mecânica principal que corrompe a Medicina.
Os laboratórios farmacêuticos que dominam o mercado mundial como a Roche e Pfizer exibem sua felicidade e satisfação, para isso utilizam duas unidades de medida diretamente proporcionais, dólares e enfermos. O grau de satisfação aumenta se nos pacientes são diagnosticadas doenças crônicas, para que eles consumam a maior quantidade de remédios e sejam reféns das empresas farmacêuticas por toda vida.
A empresa farmacêutica Suíça, Roche Holding AG, que produz o antiviral Tamiflu, contra o vírus da Influenza A H1N1 aumentou consideravelmente sua receita, a empresa que tem como acionista principal o ex-secretário de defesa dos EUA, o senhor Donald Rumsfeld e nos últimos 10 meses, a gigante norte americana, líder mundial, Pfizer também exibiu seu saldo positivo.
Na maioria das universidades de Medicina, os futuros “promotores de saúde”, aprendem por excelência das fontes de informações que as próprias farmacêuticas disponibilizam, transformando os médicos em garotos propagandas, especialistas em publicidade das grandes marcas que fabricam remédios, envolvendo-os na esfera nublada e tenebrosa da indústria médica capitalista.
No site Free News, que está orientado para a divulgação de informações censuradas sobre a Medicina, a médica canadense, Ghislaine Saint-Pierre foi expulsa do seu colégio médico e retirada sua licença para exercer a profissão por publicar o livro, A máfia médica, título que já auto explica.
O mercado da indústria médica farmacêutica é simplesmente, o corpo humano, em um tempo que parte dos medicamentos não tem uma eficácia comprovada. O pior é a reprodução desses conceitos por grande parte dos médicos, suplantando o valor da vida pelo valor das suas receitas, que em sociedade com as empresas farmacêuticas formam a maior instituição organizada do planeta, a quadrilha de branco.
Hermann Hoffman