sexta-feira, 19 de novembro de 2010

aniversario da minha mae

20 de novembro, aniversahrio de minha mae
depois de uma semana agitada e com escassos momentos de sono e repouso saudahvel, o que resta é deciacr um poema do Mario Quintana
bjs, velha, te amo



mae, de mario quintana

Mãe... São três letras apenas

As desse nome bendito:
Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

Mãe (Mário Quintana)

domingo, 14 de novembro de 2010

Recuerdos?

Recuerdos?

Camagüey, 13 de novembro de 2010

Hoje, um outro shabbath (ótimo dia para reflexões), estava eu perdido em alguns “recuerdos” das férias no Brasil... sigo aqui, tentando escrever esse texto pra logo postar, escutando Matisyahu. Lembranças das férias....

Como uma noite, que começa numa calorosa tardinha de chimarrão e declarações de ambíguo sentimento de saudade. Trilha sonora era rock`n`roll, fotos no mural, belas imagens no mural, com boina, sem boina, pigmentos artificiais implantados na epiderme, pra formar desenhos free. Noite urbana, matear na sacada pra matar a saudade, e quem sabe assim, ao menos se pode saborear uma gota dos litros e litros de tempo perdido ou congelado, ao certo ninguém sabe. Mudanças dos dois lados, muitas mudanças e também muitos obstáculos cruzados, relacionamentos e coisas do tipo. Beijos, carinho, chimarrão, e saídas. Uma saída ao estilo proletário, numa noite de inverno em que não fazia frio, algumas conversas com intenções de aparência intelectual. Lembranças, como é bom guardar lembranças que não fiquem apenas no plano neuronal, mas no físico, que tal retratos de ostentação de beleza, com o verso com dedicatórias, resta saber se elas são genuínas, pois digo que é mais prudente questionar. Nem tive tempo de deixar dedicatória, nem imagem impressa, ao menos é mais seguro (talvez seguro pra ela) e talvez ela questionasse meu pensamento e me criticava por ser realista. Solução estudantil: sair pra comer cachorro quente em um lugar “descolado” e tomar uma cerveja gaúcha. Confissões, propostas altamente passageiras baseadas na realidade. Em contra ponto, pra “equilibrar” a maldita gangorra, propostas hipotéticas baseadas no “SE”... Era bom, por milésimos de segundos essas propostas liberavam endorfina e eu imaginava minha vida baseada no “SE”, propostas sedutoras, quase que irrecusáveis. Noite boa, acordos feitos para a noite seguinte, acordos malditos que foram rompidos, acordos que, de fato, não aconteceram. O pesar incomoda, pois foi preciso abdicar da companhia de pessoas queridas para o cumprimento do acordo que não foi cumprido... Ao fim de tudo penso que “hay arreglo”, que tal as próximas férias... não se pode basear no “SE”. Ah, maldito seja o Max Webber (é assim que se escreve?) e o tipo ideal... mas que importa, sempre preferi o Marx.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

O bloqueio econômico _ [parte I]

O bloqueio econômico _ [parte I]

O bloqueio econômico _ [parte I]

O bloqueio econômico? Que porcaria é essa? Quando eu falo que certas coisas se dificultam em Cuba devido ao bloqueio as pessoas não entendem, creio que por não ter uma vivência para que possam ver reais proporções e como isso afeta a rotina.
Vamos aos fatos, a análise deve ser desde a raiz, ainda que eu corra o risco de que esse texto seja mais chato que os demais. Em 1959, triunfa a Revolução Cubana, uma revolução de cunho popular e nacionalista, liderada pelo jovem advogado Fidel Alejandro Castro Ruz. O tio Fidel, então, era primeiro ministro, e o país começa uma série de reformas. Entra as primeiras, estavam a reforma urbana e a reforma agrária. No campo da educação, em pouco tempo se erradicou o analfabetismo e foi considerado o primeiro território das Américas livre do analfabetismo. Na saúde, por haver poucos recursos financeiros e humanos, começou um forte trabalho na área preventiva. Também foram punidos os criminosos do governo anterior, a ditadura de Fulgêncio Batista, que ao fugir da Ilha saqueou os cofres do Banco Central (isso explica a falta de recursos do país).
Outro passo importante foi a nacionalização de empresas multinacionais estrangeiras, entre elas a American United Fruit (que até hoje chupa o sangue da América Latina), e até muitas terras dessa empresa foram expropriadas pela reforma agrária. Fidel era filho de um mega latifundiário e as primeiras terras que ele foi dividir e distribuir aos campesinos foi as de propriedade de sua família, pois se vamos fazer uma reforma, comecemos por casa, para dar exemplo. Nessa época, a revolução era apenas de cunho nacionalista, ainda não havia assumido seu caráter socialista. Cuba estabelece boas relações diplomáticas e comerciais com a União Soviética (URSS) e demais países do campo socialista. Por essas parcerias comerciais trazerem benefícios financeiros para Cuba, as relações se estreitavam e Cuba começa a importar petróleo da URSS. Lembrem-se, que essa época o pano de fundo do cenário mundial era a Guerra Fria (os dois grandes inimigos eram os EUA e a URSS). A Pérola do Caribe ainda não havia nacionalizado tudo, havia muitas empresas ainda, entre elas as refinarias de petróleo, que eram de capital estadunidense. Ao chegarem os navios soviéticos carregados de petróleo nas refinarias, os diretores executivos se recusam a refinar petróleo soviético. O governo cubano, em resposta a essa ingerência à sua soberania nacional, nacionaliza essas refinarias, e Fidel declara o caráter socialista dessa revolução: “dos humildes, pelos humildes e para os humildes”. Então o governo dos Estados Unidos da America decreta um decreto de bloqueio econômico, comercial e financeiro à Ilha, ou seja, países que tem negócios com os EUA não podem manter relações comerciais com Cuba. Os Estados Unidos conseguiu que a assembléia da OEA (Organização dos Estados Americanos) expulsasse Cuba da Organização, o México foi o único país que votou contra a expulsão de Cuba e o Brasil se absteve. Desde então, não bastasse o bloqueio, o governo dos EUA vem cometendo sabotagens e atentados em todos os campos possíveis contra Cuba, sem falar da publicidade difamatória, rotulando Cuba como um país terrorista e antidemocrático.

O bloqueio econômico _ [parte I]

O bloqueio econômico _ [parte I]

O bloqueio econômico? Que porcaria é essa? Quando eu falo que certas coisas se dificultam em Cuba devido ao bloqueio as pessoas não entendem, creio que por não ter uma vivência para que possam ver reais proporções e como isso afeta a rotina.
Vamos aos fatos, a análise deve ser desde a raiz, ainda que eu corra o risco de que esse texto seja mais chato que os demais. Em 1959, triunfa a Revolução Cubana, uma revolução de cunho popular e nacionalista, liderada pelo jovem advogado Fidel Alejandro Castro Ruz. O tio Fidel, então, era primeiro ministro, e o país começa uma série de reformas. Entra as primeiras, estavam a reforma urbana e a reforma agrária. No campo da educação, em pouco tempo se erradicou o analfabetismo e foi considerado o primeiro território das Américas livre do analfabetismo. Na saúde, por haver poucos recursos financeiros e humanos, começou um forte trabalho na área preventiva. Também foram punidos os criminosos do governo anterior, a ditadura de Fulgêncio Batista, que ao fugir da Ilha saqueou os cofres do Banco Central (isso explica a falta de recursos do país).
Outro passo importante foi a nacionalização de empresas multinacionais estrangeiras, entre elas a American United Fruit (que até hoje chupa o sangue da América Latina), e até muitas terras dessa empresa foram expropriadas pela reforma agrária. Fidel era filho de um mega latifundiário e as primeiras terras que ele foi dividir e distribuir aos campesinos foi as de propriedade de sua família, pois se vamos fazer uma reforma, comecemos por casa, para dar exemplo. Nessa época, a revolução era apenas de cunho nacionalista, ainda não havia assumido seu caráter socialista. Cuba estabelece boas relações diplomáticas e comerciais com a União Soviética (URSS) e demais países do campo socialista. Por essas parcerias comerciais trazerem benefícios financeiros para Cuba, as relações se estreitavam e Cuba começa a importar petróleo da URSS. Lembrem-se, que essa época o pano de fundo do cenário mundial era a Guerra Fria (os dois grandes inimigos eram os EUA e a URSS). A Pérola do Caribe ainda não havia nacionalizado tudo, havia muitas empresas ainda, entre elas as refinarias de petróleo, que eram de capital estadunidense. Ao chegarem os navios soviéticos carregados de petróleo nas refinarias, os diretores executivos se recusam a refinar petróleo soviético. O governo cubano, em resposta a essa ingerência à sua soberania nacional, nacionaliza essas refinarias, e Fidel declara o caráter socialista dessa revolução: “dos humildes, pelos humildes e para os humildes”. Então o governo dos Estados Unidos da America decreta um decreto de bloqueio econômico, comercial e financeiro à Ilha, ou seja, países que tem negócios com os EUA não podem manter relações comerciais com Cuba. Os Estados Unidos conseguiu que a assembléia da OEA (Organização dos Estados Americanos) expulsasse Cuba da Organização, o México foi o único país que votou contra a expulsão de Cuba e o Brasil se absteve. Desde então, não bastasse o bloqueio, o governo dos EUA vem cometendo sabotagens e atentados em todos os campos possíveis contra Cuba, sem falar da publicidade difamatória, rotulando Cuba como um país terrorista e antidemocrático.

sábado, 6 de novembro de 2010

Una charla con Lautaro


Una charla con Lautaro

Camagüey, cuatro de noviembre de 2010

Bueno, hace unos días charlamos con un compañero, el compañero Lautaro. Lautaro también estudia medicina en el Instituto de Ciencias Médicas Carlos J. Finlay, de Camagüey y ahora también sigue haciendo el pase de visita en un hospital docente. Lautaro es otro muchacho latinoamericano que aspira el título de medicina.
Lautaro tiene pensamientos cíclicos sobre la humanidad y sus valores. Al mismo tiempo en que admira la humanidad, por sus ejemplos de altruismo, también “esta perra humanidad” – como el define – le genera tremendo asco. Tiene por costumbre, en su íntimo, ensayar disecaciones psicológicas a las personas en su alrededor. Con base en sus observaciones empíricas, el mismo se define como un sujeto mediocre. Según el, en sus “autoanálisis”, es así por su “miedo” de avanzar y así exagerar sus balanzas de vicios y virtudes. Lógicamente más pendiente a los vicios. El creé que se ha acostumbrado a la decadencia humana en el aspecto orgánico, biológico y fisiológico.
Por estar de pasaje por la geriatría y tener sus traumas personales (los cuales no tenia ganas de decirnos y tampoco le preguntamos). Lo que le “pincha” los cojones y la conciencia son los casos como el de doña Maria (nombre ilustrativo para preservar la privacidad del paciente). Resumiendo su registro clínico en el hospital seria algo como: Paciente del sexo femenino, 90 años de edad, raza blanca. Ingresada por bronconeumonía comunitaria y un síndrome ictérico obstructivo (si no estoy equivocado). De unos días para acá hubo un decaimiento debido a una isquemia (que no fue la primera), con afectación en el habla y control de los esfínteres. Fue instalada sonda vesical y hace uso de oxigenoterapia y se queda en reposo en posición de Fowley. Ella tenia edema en los miembros inferiores. Fue, entonces, Lautaro hablar con la gente del equipo de enfermería sobre la posibilidad de poner una sencilla almohada para elevar un poquito los miembros inferiores para evitar ulceras de presión y por supuesto la necrosis.
Ok, la enfermera responsable se puso de acuerdo. El observaba que el tratamiento era paliativo, como que aliviar el dolor y proporcionar confort al paciente. Lautaro se alegra por ver que en CUBA, cualquier persona puede acceder a los servicios de salud sin tener que pagar por eso.
Lautaro lee Nietchze y le gusta los versos de Goethe. Lautaro aún no entendía el porque de la vida, de nacer y envejecer para padecer, muchas veces en un hospital con tubos metidos por todos los agujeros del cuerpo o además, a veces son hechos agujeros artificiales. Cuando la morfina ya no surte su santo efecto y la muerte tarda para buscarla para el paseo nocturno (muchas veces haciendo pareja con el sufrimiento). En esta etapa de le vida, cuando jodida por patologías, la muerte es más deseada de que cuando con veinte años sus cuerpos cavernosos llenos de sangre saludable y que con todo costo pagaría con la vida para “echar un polvo” con la prostituta de lujo.
De lunes a viernes, Lautaro queda con esta su insana inquietud. A los fines de semana las ahoga en largos tragos de cerveza y caricias femeninas.
Bueno, así nos dijo Lautaro.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Eleições do Brasil em Cuba



Eleições do Brasil em Cuba

Nossa odisséia começou na noite de sábado, reunir o rebanho e jogar dentro do ônibus. Pelo menos umas oito horas de viagem até Havana. Chegamos tri cedo ao que é o endereço da embaixada brasileira em Cuba, em Havana Velha, pertinho do Malecón e do Porto. Foi uma maravilha poder contemplar a aurora havanera, recomendo a todos. Umas voltinhas pra matar o tempo e conversas foras. Dentre essas voltinhas, batemos uma foto de uma placa em homenagem a Giuseppe Garibaldi, na calle Obispo. Formando fila, até que chega o pessoal da embaixada pra encaminhar o processo. Não sei dizer exatamente, mas havia muita gente votando. Encontrei muitos amigos de Havana, a Rúbia, o Herman, o Isaac, o Tiago Queiróz, a Kassandra, Dani, Marcela, enfim, uma galera. Presença especial da galera da UJS (União da Juventude Socialista) de Camagüey e de Havana [Genilson e Thaís(BA); Cleiton (AM); Tiago Queiroz (MT) e o que vos fala, ou melhor, escreve].

Depois, uma voltas pelas vielas de Havana Velha, e seu estilo europeu, um breve passeio no Museo del chocolate e El museo de armas. Ah e no café Oriente. Algumas avacalhações com turistas nas ruas, que faz parte pra não perder o senso de humor.

Logo, um almoço e depois a viagem de volta, tri cansativa, e no caminho, pelo celular do Nelson que soubemos da vitória da tia Dilma.

Chegada exaustiva em Camagüey, coisa que o xirú só quer tomar um banho e cair na cama. Mesmo longe, nossa luta continua.

Sobre a eleição da Dilma



Sobre a eleição da Dilma

Isso mesmo, vamos seguir avançando, pela unidade de uma América Latina Popular!!! O presidente uruguaio (Pepe Mujica) também foi guerrilheiro e enfrentou a milicada durante a ditadura militar no Uruguay. A Michelle Bachelet, no Chile, era da juventude Comunista, ela e a mãe foram presas e torturadas, seu pai, por participar do governo popular do então presidente Dr Salvador Allende, no golpe de estado do general Augusto Pinochet. Sim, tem a Cristina na Argentina, como o Hugo Chavez disse, as duas mulheres patriotas, em referência a ela e à Dilma.

A campanha do Serra foi suja, ocorreu uma despolitização do debate. Se dizia que o Serra també, “combateu” a ditadura militar, mas ele era da “resistência do bem”, o pobrezinho não pegou em armas, enquanto seus companheiros eram humilhados, torturados e assassinados nos porões dos quartéis... simplesmente o bonito pediu um exílio no Chile. O FHC, mesma coisa, “da galera do bem”. Dilma que era da “resistência do mal”, pois era uma das planejadoras da luta armada no meio urbano. Foi presa e torturada!!!!

Sua eleição foi comemorada até na Bulgária, terra natal de seu pai. Ela era mais um quadro técnico do PT, não tanto político. Ficou conhecida por ser uma ministra durona e exigente, atribui-se a ela a criação do PAC (Programa de aceleração do Crescimento), “Até parece que vivemos cercadas por homens meigos e delicados”, ironizou Dilma na época. O Lula a conheceu quando ela ocupava uma secretaria no Rio Grande, no governo de Olívio Dutra.

Ela também já se pronunciou, eis alguns trechos:

Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa. Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto. Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição. Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República. [...]

Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. [...]

Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada. No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento [...]

Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável. ”

A vitória é nossa


A vitória é nossa

A vitória é nossa, do povo, das camadas populares da sociedade brasileira. Mas não vamos nos acomodar e pensar de que já estamos bem... não é bem assim, meu povo!! Temos maioria no parlamento, temos a tia Dilma, mas tem que ficar esperto. Só votar e eleger essa galera não basta, é necessário mobilização popular para assim pressionar essa gente de Brasília a governar em prol do nosso povo. Não sou petista, mas fico feliz, mas muito feliz mesmo de que estaremos livres dessa corja demotucana por mais quatro anos, no Brasil e no Rio Grande. Mas calma, não pensemos que seja tão fácil assim, eles irão se debater na tumba e fazer seus vassalos enxerem o saco. Muito cuidado, o vice é do PMDB, e PMDB não flor que se cheire, maldito partido fisiológico. Precisamos apoiar esse governo popular, seguramente, virão tentativas de desestabilizar esse outro governo do povo, falsas denúncias, falsos dossiês, supostas escutas telefônicas, Globo, Veja, Estadão e seus fiéis lacaios em cada unidade federativa correspondente vão dar suas alfinetadas profundas. Corrupção deve ser combatida, isso sim é certo, mas a mídia gorda não quer combatê-la, lhe convém a indústria de escândalos.

O presidente Lula sofreu e ainda sofre muito preconceito por não ter cursado uma faculdade, como que se isso fosse um diagnóstico de inteligência, sabedoria, competência, cultura, etc. Muitas vezes era taxado de analfabeto, pois esse analfabeto construiu várias universidades federais. Tudo bem o senhor doutor excelentíssimo ex-presidente FHC, com vários títulos doutor honoris causa, nunca criou uma universidade, e as que tinham, o “brilhante sociólogo” conseguiu sucatear.

Dilma sofre preconceitos por ser mulher, uma oportunidade a mais pra ela mostrar que pode.

Aos militantes, parabéns pra nós, mas devemos ser prudentes.